Histórico do Vicariato de Gravataì
Em 2001 o arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings, divide a Arquidiocese em Vicariatos, para servir melhor as comunidades e para buscar soluções pastorais específicas dentro da realidade desta porção do povo de Deus.
Foi assim que, no dia 06 de abril de 2001, nasce o Vicariato de Gravataí, que tem como primeiro vigário espiscopal Monsenhor Aloisio Irineo Flach.
Logo os sacerdotes se reúnem para programar e definir as prioridades. Foram escolhidas: Pastoral da acolhida; Formação de agentes e Missões populares, sem esquecer a caridade com as Pastorais sociais.
No início o Vicariato é dividido em três áreas: Gravataí (Gravataí, Cachoeirinha e Glorinha), Alvorada e Viamão com um total de 755 mil habitantes, 22 paróquias, 190 comunidades e 30 padres.
Atualmente o Vicariato está dividido em 4 Áreas: Gravataí, Alvorada, Cachoeirinha, Viamão. Tem 27 paróquias, 39 padres (11 religiosos e 28 diocesanos), 870 mil habitantes e 205 comunidades.
No dia 17 de março de 2006 com a ordenação Dom Alessandro Ruffinoni o vicariato passou a ter o seu Bispo, residindo no seminário menor de Gravataí.
Um novo fervor e entusiasmo está animando a todos para trabalhar para o bem do povo, formado em sua maioria de migrantes e operários.
Para simbolizar a presença migratória e operária da nossa realidade foi escolhido o selo representado ao lado.
Durante o ano de 2006 realizou-se uma pesquisa que nos ajudou a conhecer ainda melhor o campo de trabalho e que indicou as prioridades para os próximos anos:
Escudo do Vicariato de Gravataí
REALIDADE MIGRATÓRIA: indicada pela sugestão de 4 pontos cardeais, e 4 setas que indicam a Estrada e um único destino: o centro da Cruz (Jesus). Os traços que intercalam querem lembrar também o pão. A cruz é de cor amarelo-ouro (Luz, Ouro) e as setas vermelhas querem chamar a atenção para a direção certa a ser tomada.
REALIDADE OPERÁRIA: indicada pela engrenagem que contorna o escudo.