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ITEPA 25 ANOS.
Rodindei Balbinot

Há 25 anos nascia o Itepa. Suas finalidades eram: “preparar os futuros sacerdotes da região para o ministério sacerdotal; propiciar a religiosos e leigos oportunidade de fazer estudos teológicos e exercitar-se na pastoral; capacitar os agentes de pastoral; ser um centro de pesquisa e reflexão teológica”. O Itepa foi criado em 1982 e iniciou suas atividades em 1983.

ABERTURA DO ANO JUBILAR: No dia 21 de Agosto, na casa de Retiros da Diocese de Passo Fundo, aconteceu a abertura do Ano Jubilar do Itepa. Às 8 h 30 min foi celebrada a missa. Estiveram presentes: professores/as do Itepa, alunos/as, ex-alunos/as, religiosos/as, padres e bispos das dioceses de Passo Fundo, Frederico Westphalen, Vacaria, Erechim e Chapecó.

Depois da celebração algumas pessoas que estiveram presentes na criação do Itepa e acompanharam boa parte de sua trajetória fizeram o uso da palavra.

Elli Benincá, 1º diretor do Itepa, ressaltou o movimento dos estudantes do Internorte que na época estudavam na PUC e moravam no Seminário Maior de Viamão. Para ele, este movimento foi muito importante para que as Dioceses do Internorte viessem a criar um Instituto de Teologia-Pastoral na Região.

Dom Urbano Allagyer, 1º presidente do Itepa, lembrou das questões legais para a criação de um Instituto de Teologia reconhecido pela Santa Sé. Falou também que duas questões necessitaram de boa fundamentação e esclarecimento junto à Santa Sé: as pequenas comunidades e o método participativo.

Dom Orlando Dotti, que veio ao Internorte dois anos depois do Itepa ser criado, relembrou um ponto que, segundo ele, compõe a essência do Instituto: ser um centro de estudos e reflexão teológica. Disse que o Itepa precisa ser a “massa cinzenta” da Igreja do Internorte. Enfatizou, citando o Documento da V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano e Caribenho de Aparecida, a dimensão missionária.

Dom Manoel João Francisco, bispo diocesano de Chapecó, diocese que veio a fazer parte do Itepa em 1996, aponta um dos desafios do Itepa: a liberação de professores para o ensino e a pesquisa. Professores que, segundo ele, tenham “um pé na pastoral e um pé na academia”.

 

 


 




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